Iniciamos no último sábado 15/02 as aulas de francês na escola de línguas Babel. Fiquei com uma boa impressão, ainda que, tendo feito antes aulas na Aliança Francesa, eu ache esta melhor no método e exigência. Mas tudo bem, como sei que esse tipo de coisa depende mais do aluno que do professor, isso não deve alterar muito nossos planos. Além disso, os benefícios de adiantamento do processo de emigração, encaminhamento de documentos e orientações se pagam nesta instituição.
Outra coisa importante é que quase todo mundo que está na turma (sendo ela de iniciantes) está ali com a intenção de emigrar e não voltar mais. Meu grupo conta com 8 alunos, se lembro bem, e apenas um está fazendo francês ali sem ter exatamente um plano de saída do Brasil. Mesmo assim, a intenção dele é se tornar adido do país em algum lugar francófono.
Estudar francês é muito bom. A língua se presta muito para os prazeres da vida - cozinhar, apreciar bons livros, música, cinema... A informação fica muito agradável de ler. Por fim, boa parte do mundo fala francês, e é como se se abrissem muitas, mas muitas novas portas para pontos de vista diferentes.
Nós, brasileiros, culturalmente somos tão rasteiros que ensinamos (mal) os nossos filhos mais o inglês do que o espanhol, falado por todo o resto da América Latina. Isso, por si só, já nos priva de muitas coisas diferentes e as opiniões ficam em uma bipolaridade Pró-EUA X Anti-EUA, muito pobre para quem quer ser um poder regional respeitável. O francês, imagine então, sempre foi visto com desconfiança pelos pampas (quando não associado francamente com "bixisse"), e só recentemente é considerado como uma boa opção de estudo (noto bem menos preconceito, ao menos).
Futuramente pretendo colocar aqui uns links interessantes para quem queira estudar mais este fabuloso idioma.
Alors, en avant!
Estudar francês é muito bom. A língua se presta muito para os prazeres da vida - cozinhar, apreciar bons livros, música, cinema... A informação fica muito agradável de ler. Por fim, boa parte do mundo fala francês, e é como se se abrissem muitas, mas muitas novas portas para pontos de vista diferentes.
Nós, brasileiros, culturalmente somos tão rasteiros que ensinamos (mal) os nossos filhos mais o inglês do que o espanhol, falado por todo o resto da América Latina. Isso, por si só, já nos priva de muitas coisas diferentes e as opiniões ficam em uma bipolaridade Pró-EUA X Anti-EUA, muito pobre para quem quer ser um poder regional respeitável. O francês, imagine então, sempre foi visto com desconfiança pelos pampas (quando não associado francamente com "bixisse"), e só recentemente é considerado como uma boa opção de estudo (noto bem menos preconceito, ao menos).
Futuramente pretendo colocar aqui uns links interessantes para quem queira estudar mais este fabuloso idioma.
Alors, en avant!

